UTAD

UTAD, um legado de 38 anos

Ao longo das últimas décadas, a UTAD tem sido um agente de mudança e um pilar de desenvolvimento da região e do País, formando recursos humanos altamente qualificados, produzindo e disseminando conhecimento e inovação nas empresas, na administração e nos territórios.

Este mês, cumpre-se o 38.º aniversário da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). Formalmente, a academia transmontana nasceu a 22 de março de 1986, por obra e graça do Decreto-Lei n.º 60/86, que lhe concedeu o título e a missão universitária, Contudo, a sua verdadeira história começou a 2 de março de 1974, com a tomada de posse da primeira comissão instaladora do Instituto Politécnico de Vila Real, elevado a Instituto Universitário de Trás-os-Montes e Alto Douro, em 14 de setembro de 1979.

Começando por se afirmar como um polo académico e científico de projeção internacional nas áreas das ciências agrárias e veterinárias, a UTAD foi alargando saberes e competências a domínios tão diversos como as engenharias e as tecnologias, a economia e a gestão, as ciências da vida e do ambiente, a educação e a cultura, o desporto e a saúde. Esse posicionamento estratégico permitiu-lhe, por um lado, diversificar a oferta educativa e atrair cada vez mais estudante. Neste ano letivo, são quase 9000 estudantes a frequentar 38 cursos de licenciatura, 49 de mestrado e 24 de doutoramento. Por outro lado, permitiu-lhe ampliar e fortalecer a investigação científica, a inovação e a extensão à comunidade: mais de meio milhar de docentes/investigadores desenvolvem, no seio de seis centros, oito polos de investigação e 12 unidades de interface, quase duas centenas de projetos de I&D em temáticas tão diversas como a mitigação dos efeitos das alterações climáticas, a agricultura de precisão, a transição digital do setor florestal, a nutrição e a saúde, a performance desportiva ou a mobilidade verde.

A UTAD é hoje uma instituição reputada e reconhecida, no País e no estrangeiro, pela excelência do seu ensino e da sua investigação. Por isso, podemos e olhar o futuro com alguma confiança e, sobretudo, esperança. É certo que nada está garantido, tanto mais que novos e exigentes desafios começam a surgir no horizonte. O principal, e o mais sério, é o desafio demográfico. Nas próximas duas décadas, o número de candidatos nacionais ao Ensino Superior vai cair a pique. Sobrarão cursos e vagas, sobretudo no Interior, onde nascem poucas crianças. Sem estudantes, uma universidade deixa de poder cumprir a sua principal missão: ensinar. Temos, por isso, de nos preparar para enfrentar o choque que se avizinha. Como? Apostando em novos mercados e áreas de formação, criando novas ofertas e formatos educativos, reforçando a notoriedade e a atratividade internacional. Sim, o futuro da UTAD depende, em grande medida, da nossa capacidade de a consolidar como um território de conhecimento e afirmá-la como um destino universitário global, multicultural e inclusivo. E é para isso que temos vindo e vamos continuar a trabalhar.

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