O Museu do Côa – Centro Ciência Viva recebe, no dia 25 de setembro, mais uma edição da Noite Europeia dos Investigadores (NEI), com um programa que junta ciência, património, tecnologia e atividades dirigidas a diferentes públicos. A iniciativa decorre durante a tarde e prolonga-se pela noite, com a participação de investigadores e instituições de diferentes áreas.
A programação começa às 13h45, com a receção dos alunos e do público no início do parque de estacionamento do Museu do Côa. Os participantes serão depois acompanhados pelo Homo curiositatis até ao auditório António Guterres, onde terá lugar, às 14h00, a sessão de abertura.
A partir das 14h30, têm início as atividades da sessão diurna, que incluem experiências, apresentações e momentos de interação com investigadores. Entre as propostas está “A viagem ao interior de uma ETAR”, promovida pelas Águas do Norte, uma sessão de magia com o “Pirulito”, o Fluviário e a animação “O Olhar do Auroque”.
O património arqueológico do Vale do Côa terá igualmente lugar de destaque, através da exposição “20.000 Anos de Caça no Vale do Côa” e da iniciativa Wildcoa, dedicada à relação entre a caça e o território ao longo de milhares de anos. Mónica Pinto, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), apresenta ainda “Um Vale gravado de Vida”.
A programação científica inclui outras áreas do conhecimento. Régis Júnior, da UTAD, aborda “O Mistério da água desaparecida”, enquanto Pedro Correia, do Departamento de Geologia da mesma universidade, participa no programa com uma sessão dedicada à sua área de investigação. Na área da saúde, São Constanço, da CUF Viseu, apresenta “Os Mistérios do Sangue”.
O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) participa também na iniciativa, com Matilde Gomes e Patrícia Cordeiro a dinamizarem a atividade “Missão no museu”. Elisabete Freitas e Higor Rosse apresentam, por sua vez, “Soluções Tecnológicas para um Futuro Inteligente”, numa abordagem centrada na tecnologia e nas suas aplicações.
A exposição “20.000 Anos de Caça no Vale do Côa” poderá ser visitada durante a tarde e permanecerá aberta até ao final das atividades noturnas.
A partir das 21h30, a programação entra na sua fase final, com uma sessão conjunta entre o Fluviário e uma performance do Homo curiositatis.
A Noite Europeia dos Investigadores pretende aproximar a investigação científica do público, proporcionando um contacto direto com investigadores e projetos de diferentes áreas. No Museu do Côa, a iniciativa assume também uma ligação particular ao património do território, cruzando ciência e tecnologia com a arte rupestre e a história do Vale do Côa.